segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ETERNAS MANHÃS


Não sei bem por qual razão
Se por carência
Ou por pura afeição,
Mas a você
confessei meus segredos,
meus sonhos,meus planos...
meus medos.
Fitei teus olhos e me fiz transparente
Fiz de você meu sacerdote,
Meu eterno confidente.
E tão fortes foram os laços
De meu desatino
Que te desejei em minha vida
Fiz de ti meu verso e minha rima
Nas madrugadas eternas
Em que nossos olhos se encontraram
Rompendo o abismo que separava
Nossas frágeis limitações.

Regina Xavier

Um comentário:

  1. Francisco Borges Pereira2 de maio de 2010 16:10

    Regina,

    Gostei de tudo o que vi no seu blog... É muito inspirador e eu como poeta fiquei bastante emocionado! No começo da minha vida, enquanto era um menino ainda, escrevi o poema As Eternas Manhas Manhãs

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